sábado, 30 de outubro de 2010

O Processo de Estudo e o Estudo Ativo


Há vários fatores que influenciam no ato de estudar e aprender, entre estes fatores destacam-se alguns que influenciam de sobremaneira no estudo ativo.
1. O incentivo ao estudo - conjunto de estímulos que estimulam no aluno sua motivação para aprender.
2. As condições de aprendizagem – para oferecermos condições mínimas de aprendizagem, temos que conhecer muito bem as condições sócio-culturais dos alunos.
3. A influência do professor e do ambiente escolar - certamente o professor e o meio exercem uma influencia muito forte no aluno.
Poste um comentário sobre a importância/relevância de cada um desses três fatores.

A Disciplina de Instrumentação e o Ensino de Biologia



Caros alunos,
Estamos terminando o semestre letivo. Gostaria de saber algumas questões acerca da disciplina:
1 - No início do semestre, o que vc achava que seria trabalhado nessa disciplina?
2 - No final do semestre, o que vc acha de importante que esteja sendo trabalhado nessa disciplina?
3 - Após assistir à palestra na UEA sobre Didática das Ciências, como ficou sua visão acerca dessa disciplina em sua formação acadêmica?

Biotecnologia e Saúde no Brasil



A engenharia genética e sua fiscalização têm sido um ponto de controvérsia no Brasil desde 1995, logo após a autorização, nos Estados Unidos, da comercialização de organismos geneticamente modificados. Enquanto produtos gerados com essa nova tecnologia começaram a se disseminar em todo o mundo, uma polarização interna impediu a participação brasileira nesse processo.

Embora a polêmica tenha afetado todas as áreas da biotecnologia, as plantas transgênicas têm continuado a florescer no Brasil (apesar de as grandes multinacionais estarem participando do desenvolvimento agrobiotecnológico mais que as pequenas, as empreendedoras típicas do setor).  Além disso, a área de biotecnologia continua lutando com questões de percepção (um problema global, que não está limitado apenas ao Brasil). Freqüentemente, por exemplo, alguém lê na imprensa que a revolução genética falhou na descoberta de soluções para os problemas dos mais pobres.  

Nos últimos anos, está em curso no Brasil um trabalho para demonstrar o poder da engenharia genética de encontrar soluções para importantes problemas sociais. A taxa de mortalidade infantil na região Nordeste, por exemplo, está diminuindo, mas ainda é o dobro da média do país. Um exemplo simbólico é o estado de Alagoas, com taxa de mortalidade infantil de 50 mortes para cada mil nascimentos (na África, ela fica em torno de 100 para mil).



O que você acha que pode incentivar e impulsionar a biotecnologia da saúde no Brasil?

Biotecnologia é coisa de Frankenstein?



Nos últimos anos, temos sido bombardeados com novidades biológicas que parecem destinadas a mudar o curso da história. Em julho de 2000, as notícias sobre o seqüenciamento das bases nitrogenadas do genoma humano e, em novembro de 2001, os relatos sobre o primeiro clone humano nos deixaram perplexos, curiosos e preocupados. Até uma telenovela abordando o tema clonagem foi produzida. O que existe de verdade em tudo isso? O que sabemos e o que não sabemos? Qual a interferência da mídia e quais os significados de cada descoberta? 

Se refletirmos um pouco sobre a idéia de clone, vamos perceber que obter uma cópia idêntica de um mesmo organismo ocorre naturalmente nos gêmeos idênticos e na partenogenia (desenvolvimento de um ser vivo de um óvulo não fecundado, como em algumas plantas e invertebrados, especialmente em artrópodes). O uso de clones se faz há muito tempo! Reprodução por estaquia (em que se estimula a reprodução da planta a partir de pedaços do próprio caule) não é exatamente isso?

Obter clones por meio de embriões também não é técnica tão nova. Se o embrião tiver cerca de 200 células, é possível separar o material e obter outros embriões idênticos geneticamente. 

Em 1996, uma nova técnica foi apresentada, aquela que deu origem à ovelha Dolly. O fato gerou um grande impacto na comunidade científica, pois ocorrera a transferência de um núcleo de uma célula adulta para um óvulo cujo núcleo fora previamente retirado. Com estímulos químicos, foram ocorrendo sucessivas divisões nesse óvulo até chegar a um embrião, implantado em outra ovelha, para gestação. 

Muitas expressões têm surgido na mídia, causando confusões e incertezas. Biotecnologia, biologia molecular, alimentos transgênicos, organismos geneticamente modificados. O que existe de verdade em tudo que a mídia fala? O que sabemos e o que não sabemos? Qual a interferência da mídia e quais os significados de cada descoberta? 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

As Aulas Práticas no Ensino de Ciências


Por quê?
Essa é uma das perguntas que as crianças fazem com bastante frequência. Elas têm curiosidade em saber a origem das coisas e as causas dos fenômenos da natureza e em explorar aquilo que lhes parece diferente, intrigante. A disciplina de Ciências, quando bem trabalhada na escola, ajuda os alunos a encontrar respostas para muitas questões e faz com que eles estejam em permanente exercício de raciocínio. 
Para você, qual a importância das aulas práticas no Ensino de Ciências?

sábado, 23 de outubro de 2010

A DIDÁTICA DAS CIÊNCIAS

O Ensino de Ciências, em particular, vem recebendo nas últimas décadas uma atenção especial, que se explica facilmente ao considerar o importante papel do desenvolvimento técnico-científico na sociedade moderna e a influência que tem o processo de informatização em todas as áreas da ação humana na atualidade.
[...] A Didática, enquanto processo de aprendizagem, estabelece critérios para o desenvolvimento da prática do professor. Estes critérios são os nortes que o professor utiliza metodologicamente para sua construção de conhecimento e práticas pedagógicas. Para o Ensino das Ciências é necessário que o professor entenda qual a necessidade que os alunos têm para construir um plano de ensino utilizando os conteúdos das disciplinas de Física, Química e Biologia.
[...] A Didática configura como o direcionamento imediato da prática ensino-aprendizagem articulando teoria e prática (LUCKESI, 1994), isto é, a prática se faz necessária a partir de uma teoria já existente. O mesmo acontece com a teoria, pois para ela se fundamentar, a pratica tem estar presente. Podemos dizer então que a Didática é a arte de ensinar; tornar o ensino eficiente; dirigir a formação do indivíduo; estimular capacidades cognitivas do sujeito inserido no processo ensino-aprendizagem e dar discernimento orientador para que se construa um novo saber ressignificado. O objetivo da Didática é, então, “dirigir, orientar e efetivar a aprendizagem, fundamentada no incentivo, na motivação e nos métodos” (HENNIG, 1998, p. 24)
[...]

Para compreender o que é Didática e qual seu objeto de estudo é necessário vê-la em seu contexto. Os elementos analisados atuam tanto como contexto de legítima epistemologia como de significação.
O objeto de estudo da Didática é resultado da determinação do conjunto de problemas com certa afinidade a um encargo social, à necessidade de formar as novas gerações de acordo com os interesses da sociedade, o que determina seu objeto de estudo: o processo ensino-aprendizagem, o qual se manifesta na atividade pedagógica.
A atividade do professor – o ensino – e a dos estudantes – a aprendizagem –, são a expressão interna deste próprio processo, mas não se reduz a isto; nele estão presentes, essencialmente, as relações mais íntimas do objeto que se estuda: as leis, que constituem, em última instancia, a expressão pedagógica das relações sociais, que são, como se sabe, a essência do ser humano.
O objeto de estudo da Didática consiste não somente no conhecimento da estrutura e funcionamento do processo real de ensino-aprendizagem, mas, também, do estado desejável que queremos alcançar, ou seja, o objeto da Didática vai se construindo, paulatinamente, configurando o existente. O caráter obrigatoriamente prático e construtivo da Didática exige um desenvolvimento normativo, prescritivo, que oriente a construção do objeto.

MENEZES, Ana Paula Sá et al. A Didática das Ciências. In: MENEZES, Ana Paula Sá. A Instrumentação no Ensino de Ciências na Amazônia. Manaus: BK Editora, 2009. pp. 67-94

Violência na Escola e as Reações Interativas



Uma profissão que exige vocação e, acima de tudo, determinação. Assim pode ser definida a inclinação para o trabalho docente. No entanto, nos últimos anos, esta carreira vem sofrendo com uma série de problemas, como a desvalorização, a baixa remuneração e, até mesmo, ameaças aos professores, com a crescente violência no ambiente escolar. 
Leia a entrevista com o ex-secretário de educação de São Paulo, professor e membro da Academia Paulista de Letras e da União Brasileira de Escritores, sendo autor de 39 livros, Gabriel Chalita. O educador fala sobre os fatores que o levaram a escolher a profissão e passa uma mensagem de esperança aos docentes. Acesse: http://www.gabrielchalita.com.br/midia_int.php?id=206
Agora, responda: qual o papel das reações interativas em relação aos aspectos abaixo:


·         Aspectos cognitivos da interação
·         Aspectos sócio-emocionais
·         A disciplina na classe